We are at Fleece Artist’s siteEstamos no site da Fleece Artist!

Few days ago I was contacted by Fleece Artist to authorize the photo of my Desert Flower Blanket be published on its site.

I made this blanket with 4 skeins of Mo (78% Mohair, 13% Wool, 9% Nylon. 225 meters / 125 grams). It’s super warm and cozy. Perfect for the Winter.

I’m glad they liked it 🙂

>> Check this pattern on Ravelry

We made the front page!

We made the front page!

Há alguns dias, fui contactada pela Fleece Artist, uma companhia de fios da Nova Scotia, Canadá, para autorizar a publicação da foto da minha manta Desert Flower no site deles.

Nem precisa dizer que eu fiquei super feliz pelo reconhecimento, né? 🙂

Fiz essa manta para um concurso, usando quatro novelos de Mo (78% mohair, 13% lã, 9% nylon. 225m/ 125g). Ela super quentinha e confortável. Perfeita para o Inverno pesado. Não ganhei o concurso, mas fiquei muito feliz com o resultado.

>> Confira essa receita no Ravelry

We made the front page!

Estamos na capa!




And the family grows!E a família aumenta!

In 2015 I became officially aunt. This is very significant to me because my aunts – my mother’s sisters – were extremely important in my childhood and even today and I know that I wouldn’t be the same without their presence in my life.

Luke, my sister’s Cecília son, came to the world to make me a happier person. But he didn’t come alone. Juliette, Julie and Kazu, my friends’ babies also were born last year.

I took the opportunity to spend the entire year knitting for them:

Luke, Juliette, Julie e Kazu

Luke, Juliette, Julie e Kazu

* Luke and Juliette wear the Snug (by Hinke), a garter stitch cardigan easy to knit and very ingenious.
* Julie celebrated Christmas wearing a tiny little Santa hat.
* Kazu seems very comfortable with my Desert Flower blanket.

No, this is not everything. I knit much more than that for them. And I love to see them wearing 🙂

I hope I could be as good as my aunts were to me 🙂2015 foi o ano em que eu me tornei oficialmente tia. Isso tem uma importância enorme para mim devido a presença das minhas tias, irmãs da minha mãe na minha vida, principalmente na minha infância. Eu sei que sem elas eu não seria quem eu sou hoje.

Luke, filho da minha irmã Cecília, veio ao mundo para me fazer uma pessoa mais feliz. Mas ele não veio sozinho. Juliette, Julie e Kazu, filhas e filho das minhas amigas também nasceram no ano passado.

Aproveitei a oportunidade para… tricotar, tricotar, tricotar:

Luke, Juliette, Julie e Kazu

Luke, Juliette, Julie e Kazu

* Luke and Juliette estão vestindo o Snug (by Hinke), um casaquinho sem costura em cordões de tricô muito fácil e engenhoso.
* Julie celebrou o Natal usando um gorrinho de Papai Noel.
* Kazu parece estar bem confortável na sua mantinha Desert Flower.

Não, isso não é tudo. Tricotei muito, muito mais para eles esse ano. E dá uma alegria danada vê-los usando 🙂

Espero que eu possa ser tão boa quanto as minhas tias foram para mim.




Before embroidering…Antes de começar a bordar…

I have one assigment for this week, for Printing & Dyeing class, which requisite is using at least one technique of dyeing.

I decided to embroider. But before I dyed my cotton floss with natural dyes.

Embroidery

They were dyed with madder, logwood, cochoneal, coffee, tea, onion, saffron and avocado.

Let’s start the work!

16285812660_d55c2e6947_zEssa semana eu tenho um trabalhinho para apresentar, na discipina de Printing & Dyeing, cujo requisito era usar pelo menos uma técnica de tintura.

Aí, eu decidi bordar. Mas antes eu fui tingir todos os fiozinhos de algodão que ia precisar com pigmentos naturais.

Embroidery

Eles foram tindigos com garança (nunca ouvi falar. se chama madder em inglês), pau campeche, cochonilha, café, chá, casca de cebola, açafrão e casca de abacate.

E bora trabalhar!

16285812660_d55c2e6947_z




We are in Ply Magazine!Estamos na revista Ply!

Do you remember when I decided to start the “Study in Red”?  You can read all posts here , here and here too.

From this “study” I created a pattern for a skirt – the Rouge skirt. That was now published in Ply Magazine, an indie and amazing magazine dedicated to spinning.

Rouge skirt

It’s my biggest project until now. In the magazine I also wrote an article explaining how it’s to spin for a project, and why I took all those decisions. Check it out!

Before I forget, you can also favorite the pattern on Ravelry. Thank you!

Rouge Skirt Você se lembra quando eu comecei o “Estudo em vermelho”? Você pode ler os posts  aqui , aqui e aqui também.

Desse “estudo”nasceu areceita da saia Rouge, que agora foi publicada na super revista independente Ply Magazine, que é dedicada principalmente à fiação, mas traz umas sugestões sobre o que fazer com os fios que a gente fia.


Rouge skirtEsse foi o meu maior projeto feito com fio que eu fiei manualmente. Na revista, eu também escrevi um artigo falando sobre as decisões que tomei e porque as tomei. Recomendo, claro, a leitura! 🙂

Antes que eu esqueça, se você gostar da saia Rouge, por favor, favorite a receita no Ravelry. Obrigada!!!

Rouge Skirt




Halloween: final partHalloween: parte final

Finnally,

my halloween costume was made just in time to be used. I was part to Enterprise crew (Engineering), known as the high danger sector in the spaceship.

Of course, only people with age superior to 30 years old understood. The younger asked me “why didn’t you want to wear a costume” 😀

Oh well… I’m getting old, I guess 😀 😀 😀

 

 Finalmente,

Taí minha fantasia de halloween pronta às vésperas de ser usada (não perguntem se eu arrematei tudo…). Por um dia, eu fiz parte da tripulação da Enterprise, na parte de Engenharia e manutenção, setor, como sabemos de altíssima periculosidade: todo mundo, exceto a Uhura, que usa vermelho, morre.

Claro que apenas pessoas com mais de 30 anos entenderam e elogiaram a fantasia. Os mais jovens me perguntavam “por que você não quis se fantasiar?”.  

Oh well…acho que tô ficando véia… D 😀 😀

 

 




Halloween: parts 1, 2 and 3Halloween 2a. e 3a. parte

We are preparing a knit meeting special Halloween at La Maison Tricotée and, of course I was freeking out thinking about my costume. Since it wasn’t part of my culture, I had no clue whatsoever about what wear. I mean, witches are super cool but, hey… I don’t like the idea of being one more witch among the crowd.

So, after thinking a lot, I had an idea, which is a kind of geek and I think my friend Letícia is going to love and make one for herself 😉

 And I bought this yarn.
http://instagram.com/p/fNhnADQlgA/
Regal is heavy worsted yarn from Briggs and Little, the first canadian wool mill (150 years old!), located in New Brunswick – http://www.briggsandlittle.com/
This is a very rustic yarn and very resistent. Excellent for mittens, leg warmers and coats.
Anyway, I bought some skeins, made a big swatch with needle 4mm, washed with Eucalan and layed it down flat to dry.
This is my swatch: 
When I measured, a surprised: 16 sts x 26 rows. I was expecting something around 20 x 28. I measured several times to convince me it was right, and then I started the calculus.
When I started knitting, I noticed t was ENORMOUSLY HUGE. Ok, not that much, but big. 4cm more than I wanted. ¬¬
Is there something more frustrating than that? Of course there is. But this morning it was the most frustrating thing that happened to me. When you do everything right and the thing goes wrong anyway. And you think: ok… and now? What should I do next?
My first thought was diminished  10% of final sts, considering yarn’s elasticity. But then I did as used to  say: the best swatch is exactly the work hat goes wrong. And I used the piece I had already knitted to see how many stitches I should use. “Coincidentally”, both numbers matched, and I undid everything to restart.
BUT….!
After have knitted some rows, I realized that, indeed, this is not a soft yarn and I decided to change the yarn too.
Sooooooo, back to the beginning again. Buy new yarn, make another swatch, wash, measure everything again, calculate and knit. Everything before 31th Oct.

E então, depois de muito pensar, me veio uma luz e eu tive uma idéia de fantasia para o rralouin.

– ideia essa que, como adiantei, acho que a Letícia vai gostar e capaz até de fazer uma pra ela 🙂
Aí já fui logo comprar a lã pra fazer e comprei essa aqui:
http://instagram.com/p/fNhnADQlgA/
A Regal é um fio heavy worsted da Briggs and Little, a mais antiga empresa fabricante de fios do Canadá (150 aos!), que fica em New Brunswick, uma província vizinha – http://www.briggsandlittle.com/
Eles compram lã dos fazendeiros próximos e fazem o fio. O lance é que é um fio muito, muito rústico, o que significa também que é muito, muito resistente, ótimo para luvas, polainas, mantas e casaco pesado.
De toda maneira, comprei umas meadas (preço excelente, 6,50$, 250m, 113gr), teci uma amostrona com agulha 4mm (que ficou bem leve, para a minha surpresa), lavei com eucalan, botei pra secar de um dia pro outro.
Tá aqui a bendita amostra, para não dizer que eu menti:
Fui medi, estranhei: deu 16pts por 26 carreiras. Eu estava esperando algo como 20 x 28, que é minha medida de amostra. Medi e remedi e deu isso aí mesmo em todas as conferidas. Resignei-me e fiz as contas.
Com os números na mão, comecei a tecer….. e ficou ENORME, passando tipo 4cm do que eu esperava ¬¬
Existe algo mais frustrante do que isso? Claro que existe, mas hoje de manhã isso foi a coisa mais frustrante que me aconteceu. Quer dizer, você faz tudo certinho e dá errado. Aí você: mas se eu fiz tudo certinho, o que falta agora eu fazer?
Primeiramente pensei em tirar cerca de 10% do total final de pontos, porque como o fio era 100% lã, certeza que é muito elástico e isso dá muita diferença. Aí a gente vai pelo método Bia Medina: a melhor amostra é justamente o erro que a gente cometeu.
Então, peguei o pedaço que eu já tinha tricotado, botei no lugar e contei quantos pontos precisava tirar. “Coincidentemente”, bateu com os 10% a menos que havia previsto. E pude respirar aliviada, antes de desmanchar tudo.
SÓ QUE….
Ao tricotar algumas carreiras, o fio passando no meu pescoço e tudo (eu tricoto à portuguesa), percebi que realmente o fio é muito áspero. Tudo bem que toda blusa de lã que faço eu só uso com uma camiseta de algodão por baixo. Mas mesmo assim, o alerta vermelho piscou.
Resultado: vou trocar minhas meadinhas hoje por um fio mais macio e refazer tudo, amostras e contas.




Alice in her little dressAlice e seu vestidinho

Do you remeber the gifts I knitted for my friend’s daughter, Alice?

At that time she was in her mum’s belly but now she is 3 months. Roberta sent a picture of her using the Little Sister’s Dress and playing with the pink bunny I made for her.

Isn’t she ADORABLE?! <3

 

Você lembra dos presentinhos que eu tricotei para a filha da minha amiga, a Alice?

Naquele tempo ela ainda estava na barriga da mamãe Roberta mas agora ela já está com 3 meses, usando o Little Sister’s Dress e o coelhinho rosa que eu tricotei especialmente para ela.

Não é a coisa mais ADORÁVEL do mundo?! <3

Não vejo a hora de conhecer ao vivo e apertar, apertar, apertar, apertar….




Study in scarlet: making plansEstudo em Vermelho: fazendo planos

Someone already said: creativity is 90% of hard work + 10% of inspiration. I can’t agree more.

Behind every (knit) idea well succeed there are plans, calculations, swatches (MANY!), sketches… And this is what I did this week.

At first, I didn’t know if it’s going to work. I thought that my yarn was not regular and uniform as I imagined. But no. Washed, it was quite ok (although the irregularities do exist). The problem was my math. I never said I was good at it, did I?

Soooooooo many numbers!!! So many add, multiply, subtract, divide, confirm, re-confirme (I don’t trust in me at Math, did I say that?). Headache, anxiety, panic attack… but at the end, I think I got it.

Now it’s time to test.

Dalila, my co-worker

Dalila, my co-worker

Alguém já falou isso: criatividade é 90% de trabalho duro + 10% de inspiração. E eu não podia concordar mais.

Por trás de cada idéia (de tricô) bem sucedida existem mil planejamentos, cálculos, amostras (MUITAS!), rascunhos… e foi isso o que eu fiz essa semana.

Primeiro, fiquei um pouco frustrada achando que o fio não estava legal. Achei mais irregular do que imaginava. Mas depois que lave minha amostrinha ele se acalmou e achei que ficou bem bom, apesar das irregularidades que, sim, existem. O maior problema mesmo foi a matemática. Eu nunca disse que era boa nisso, disso?

TAAAAAANNNNTOOOOOSSSS números! Tanta soma, tanta multiplicação, divisão, subtração, confirme, reconfirma, noves fora… Dor de cabeça, ansiedade, ataque de pânico… mas no fim acho que vai dar certo.

Agora é hora de por a prova.

Dalila, my co-worker




Blank Canvas in purpleBlank Canvas em roxo

This is one (of many) reason why I was being so secretive: I was studying.

I registered and accomplish at Ysolda Teague’s online course, Perfect Sweater, promoted by Squam.

It was a 4 week course, talking about everything is required to make a perfect sweater: the perfect yarn, the perfect fiber, the perfect swatch, the perfect shape accordingly to your body, how to take the perfect measurements, how to make the perfect calculations when you want to change to adapt something…

And this is my perfect sweater:

This is the result

And again.

Me and my perfect sweater going to St Basile Le Grand by train

I thought that would be much more complicated make a pullover to flatter my body. But no. And I’m not talking about wear dark colors here. What I’m saying is that there are little tricks we can incorporate in our garments to enhance what is beautiful in our body and put aside the parts we don’t like much.

By the way, the pattern is part of the course. It’s called Blank Canvas. If you want to try, you don’t need to be enrolled (but then you won’t be able to have Ysolda’s advice either, of course).

Esse é um dos (muitos) motivos eu estava cheia de segredos e silenciosa: estava estudando.

Me matriculei e terminei o curso online da Ysolda Teague, Perfect Sweater, organizado pelo site Squam.

Foi um curso de quatro semanas, falando sobre tudo que era necessário para fazer uma blusa perfeita: qual a melhor fibra, o melhor fio, o melhor jeito de fazer amostra, a melhor modelagem para o seu (meu) corpo, como tirar as medidas perfeitas, quais os cálculos perfeitos para quando você quer alterar e adaptar algo para as suas formas…

E aqui está o meu Perfect Sweater:

This is the result

De novo:

Indo para St Basile Le Grand de trem no feriado de Páscoa

Sinceramente, eu achei que tudo seria muuuuuuuuito mais complicado e cheio de mistérios para entender como fazer uma blusa que ficasse bem no meu corpo. Mas não. E aqui não estou falando de simplesmente usar uma cor escura para parecer mais magra. Estou me referindo aos truques que podem ser incorporados à modelagem da roupa para realçar o que a gente tem de bonito e deixar de lado o que não gostamos.

Antes que eu me esqueça, a receita acima é parte do curso. Se chama Blank Canvas. Não é preciso fazer o curso para tricotá-la. Se quiser, é só comprá-la no Ravelry (mas aí você não terá os conselhso da Ysolda, claro).




Just in case…No caso de você…


… you are thinking that I’ve been sleeping: 680m of a 3ply merino, worst weight, ready for my project – and I still have 3 half full bobbins to ply, in case these meters aren’t enough.

I’m still thinking it’s boring spinning a plain yarn myself, when it’s possible to buy it anywhere, but I am also proud I was capable of doing with consistency.

Next step: swatching and drawing.

#BRB


… está pensando que eu estava dormindo: 680 metros de merino 3 ply, espessura worsted, prontos para o meu projeto – e ainda tenho 3 bobinas pela metade para cabear se esses metros aí não forem suficientes.

Ainda acho que fiar um fio regular (3 cabo!), nessa espessura, é chato, bobo e feio, visto que há fios comerciais com essa mesma característica muito mais bem feitos por aí, fácil de achar. Massssssss eu preciso dizer também que estou feliz que eu tenha sido capaz de executar essa tarefa.

Próximo passo: fazer amostra e alguns desenhos.

#BRB